O que faz alguém trocar em um domingo de sol e calor a ida à praia por uma manhã doando seu tempo e trabalho em benefício de outras pessoas?
Em busca desta resposta, o repórter foi até a OSAA - Obra Social Antonio de Aquino -, entidade filantrópica sem fins lucrativos, situada em Magalhães Bastos e inaugurada em 1961, que homenageia no nome a um bondoso orador sacro do Século XVII e assiste cerca de 980 famílias de beneficiários que moram em bairros adjacentes, como Marechal Hermes, Deodoro, Realengo e Bangu, e estão matriculados no Serviço de Promoção Social da Instituição, que vive de doações, eventos beneficentes, campanhas, cantina e bazares. A casa presta, de forma gratuita, serviços como assistência médico-odontológica, atendimento a gestantes, orientação jurídica, creche, fisioterapia; acupuntura; massoterapia; exames laboratoriais, higienização (banho e corte de cabelo), fonoaudiologia, enfermagem (curativo/nebulização), nutrição, assistência social, entre outros.
O lema da OSAA, filiada ao CELD - Centro Espírita Leon Denis -, é levantar o homem, restaurar sua dignidade e integrá-lo à sociedade. E, como normalmente acontece em entidades desta natureza, a maioria das pessoas envolvidas nessas atividades que beneficiam as famílias carentes é formada por voluntários. Cerca de quarenta deles comparecem aos domingos para auxiliarem os mais de trezentos beneficiários que chegam ao OSAA e são recebidos a partir das oito horas da manhã.
Entre os que colaboram está Olga Feitosa, 71 anos, que trabalha na orientação moral-cristã há vinte e oito anos e diz que não troca esta atividade por nenhum outro programa no domingo. “É essa sensação boa de estar ajudando alguém que me dá forças para resistir às dificuldades da vida cotidiana. Conviver com pessoas que vivem em situações bem piores que a nossa nos faz pensar sobre os nossos problemas."
Na equipe também existem jovens, como Rafael Guimarães, de 25 anos, que colabora há sete meses no setor de gêneros alimentícios. Ele tomou conhecimento da existência da obra social em uma palestra no CELD e resolveu se mexer. “É de fundamental importância aproveitar a oportunidade de auxiliar o próximo”, ressalta o voluntário. A administradora da entidade, Rosangela Borin, enfatiza o comprometimento de todos com a causa humanitária: “O amor ao próximo e a vontade de ajudar é o que nos empurra para frente e nos dá força para continuar, apesar de todas as dificuldades.”
Existem também aqueles que são auxiliados e, por gratidão, procuram ajudar de acordo com suas possibilidades. Marisa Oliveira, de 74 anos, é assistida pela OSAA há 25 anos e, em retribuição voluntária, presta serviços de passadeira. “Como não tenho dinheiro para dar, ajudo com o meu trabalho”, esclarece a moradora de Bento Ribeiro.
O clima de fraternidade era tão contagiante que o repórter acabou também auxiliando no transporte de doações da porta da entidade até o setor de gêneros alimentícios, onde trabalha o Rafael, e também pôde sentir, ainda que com uma minúscula contribuição, o bem-estar relatado por aqueles que se divertem e se emocionam “carregando pedras” no dia que, oficialmente, é considerado de descanso.
Em um cartaz colado na parede, a frase “Fora da caridade não há salvação”, independentemente do credo de cada indivíduo ali presente, parecia fazer mais sentido naquele domingo de solidariedade.
Em busca desta resposta, o repórter foi até a OSAA - Obra Social Antonio de Aquino -, entidade filantrópica sem fins lucrativos, situada em Magalhães Bastos e inaugurada em 1961, que homenageia no nome a um bondoso orador sacro do Século XVII e assiste cerca de 980 famílias de beneficiários que moram em bairros adjacentes, como Marechal Hermes, Deodoro, Realengo e Bangu, e estão matriculados no Serviço de Promoção Social da Instituição, que vive de doações, eventos beneficentes, campanhas, cantina e bazares. A casa presta, de forma gratuita, serviços como assistência médico-odontológica, atendimento a gestantes, orientação jurídica, creche, fisioterapia; acupuntura; massoterapia; exames laboratoriais, higienização (banho e corte de cabelo), fonoaudiologia, enfermagem (curativo/nebulização), nutrição, assistência social, entre outros.
O lema da OSAA, filiada ao CELD - Centro Espírita Leon Denis -, é levantar o homem, restaurar sua dignidade e integrá-lo à sociedade. E, como normalmente acontece em entidades desta natureza, a maioria das pessoas envolvidas nessas atividades que beneficiam as famílias carentes é formada por voluntários. Cerca de quarenta deles comparecem aos domingos para auxiliarem os mais de trezentos beneficiários que chegam ao OSAA e são recebidos a partir das oito horas da manhã.
Entre os que colaboram está Olga Feitosa, 71 anos, que trabalha na orientação moral-cristã há vinte e oito anos e diz que não troca esta atividade por nenhum outro programa no domingo. “É essa sensação boa de estar ajudando alguém que me dá forças para resistir às dificuldades da vida cotidiana. Conviver com pessoas que vivem em situações bem piores que a nossa nos faz pensar sobre os nossos problemas."
Na equipe também existem jovens, como Rafael Guimarães, de 25 anos, que colabora há sete meses no setor de gêneros alimentícios. Ele tomou conhecimento da existência da obra social em uma palestra no CELD e resolveu se mexer. “É de fundamental importância aproveitar a oportunidade de auxiliar o próximo”, ressalta o voluntário. A administradora da entidade, Rosangela Borin, enfatiza o comprometimento de todos com a causa humanitária: “O amor ao próximo e a vontade de ajudar é o que nos empurra para frente e nos dá força para continuar, apesar de todas as dificuldades.”
Existem também aqueles que são auxiliados e, por gratidão, procuram ajudar de acordo com suas possibilidades. Marisa Oliveira, de 74 anos, é assistida pela OSAA há 25 anos e, em retribuição voluntária, presta serviços de passadeira. “Como não tenho dinheiro para dar, ajudo com o meu trabalho”, esclarece a moradora de Bento Ribeiro.
O clima de fraternidade era tão contagiante que o repórter acabou também auxiliando no transporte de doações da porta da entidade até o setor de gêneros alimentícios, onde trabalha o Rafael, e também pôde sentir, ainda que com uma minúscula contribuição, o bem-estar relatado por aqueles que se divertem e se emocionam “carregando pedras” no dia que, oficialmente, é considerado de descanso.
Em um cartaz colado na parede, a frase “Fora da caridade não há salvação”, independentemente do credo de cada indivíduo ali presente, parecia fazer mais sentido naquele domingo de solidariedade.

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