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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Eu e a OSAA

          Minha relação com a Obra Social Antonio de Aquino começou bem cedo. Frequentava o Centro Espírita León Denis (CELD) desde criança, levados pelos meus pais, espíritas, que fizeram questão de me apresentar o trabalho assistencial, conhecido à época, e até hoje, como “Mallet” – nome do bairro onde fica a instituição, mas não da Casa.

          É óbvio que eles aproveitaram a “carona” para me mostrar uma realidade bem distante da que eu vivia. Uma visão que me ajudou a valorizar o que tinha em termos materiais, mas também de afeto e formação moral.

          Mais tarde, já adulto, voltei a freqüentar no complemento de um curso do CELD e acabei me engajando no grupo que distribuía quentinhas todas as sextas-feiras e complementava o trabalho com os assistidos de rua nas tardes de domingos. Segui na OSAA colaborando com a evangelização de portadores de necessidades especiais também aos domingos, mas pela manhã. Foi um período de enorme aprendizado com a psicopedagoga Margareth, uma pessoa rara e que conduzia o trabalho com paciência e amor invejáveis.

          A vida prática me afastou da OSAA, mas não do Espiritismo. Continuei e continuo envolvido com tarefas no CELD. Inclusive profissionais: fui funcionário do Centro de 1998 a 2000 no setor de divulgação da Doutrina Espírita pela Internet. Apareci algumas vezes na Obra Social, mas sem vínculos.

          Em 2009, retornei, agora como aluno de jornalismo, para fazer uma matéria para uma disciplina da Faculdade. O local estava bem diferente, mais organizado e estruturado. Mas com o engajamento e o amor daqueles trabalhadores intactos. Muitos ainda dos tempos em que eu também era colaborador.

          Segue abaixo o resultado daquela manhã de domingo em que busquei um olhar “de fora” e percebi com mais clareza a seriedade, a devoção e o carinho de pessoas que dedicam o seu tempo ao próximo e também a humildade daqueles que se deixam ajudar – um exercício que nem sempre é fácil. Mais uma lição de vida.

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